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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

OS CAVALOS DA BAHIA

NO FIM DO SÉCULO XVIII E INÍCIO DO SÉCULO XIX JÁ ERAM FAMOSOS OS CAVALOS DA BAHIA.
JUSTAMENTE EM ÁREAS ANTERIORMENTE PERTENCENTES A
CASA DA PONTE.
DO MORRO DO CHAPÉU ATÉ O RIO DAS VELHAS.
ENCONTRAMOS NO LIVRO UMA COMUNIDADE RURAL DO BRASIL ANTIGO- A VIDA RURAL(LICURGO DOS SANTOS), VÁRIAS SITUAÇÕES ONDE SE QUALIFICAM OS CAVALOS DA REGIÃO.
É O QUE NOS MOSTRA LICURGO DOS SANTOS EM SEUS ACHADOS PELO NORDESTE NAS COMUNIDADES DE: CAITITÉS ,BREJO SECO , BRUMADO,MUCUGÊ ETC.


caitité brejo seco


O CAVALO BOM DE ANDAR VEIO DO NORTE.
do favacho até a casa da torre

PRIMEIRA CITAÇÃO DE UM CAVALO FOVEIRO


FOVEIRO - Desbotado, esmaecida


Foveiro, fouveiro: Desbotado, quase sem cor.

Descamação da pele,dando a ela uma aparencia esbraquicenta.
Os Cavalos Da BAHIA licurgo santos citação do cavalo foveiro

jequié  Mangalarga GJ


AS QUALIDADES DE UM BOM CAVALOOs Cavalos Da BAHIA licurgo santos citação do cavalo foveiro
 Estes fatos  indicam que antes mesmo de 1787, ou antes da chegada da Família Real, os cavalos do nordeste já eram famosos por seu andar macio.
A carta é  de 1808, e ele não via o amigo desde 1787.


REGISTROS DE UMA CRIAÇÃO DE CAVALOS
NO SOBRADO DO BREJO -BRUMADO-BA
Imposto sobre o nascimento de potros parte 1
Imposto sobre o nascimento de potros parte 2
Imposto sobre nascimento de potros pago por miguel lourenço de Almeida em 1756
Dos Registros mais antigos encontrado por nós.


Sobrado do BrejoBrumado BA 
quadro  de
  Enilson Meira
  enilsonmeira@hotmail.com     

Sobrado do Brejo. construído em 1.808 a 1.812 por Antônio Pinheiro Pinto e herdado por um de seus filhos  Exupério Pinheiro Canguçu




Um pouco   mais da História de Brumado


A “Casa da Ponte”, pertencente a Francisco Guedes de Brito, a quem a Coroa atribuiu a incumbência de fiscalizar o norte de Minas Gerais, desde o morro do Chapéu na Chapada Diamantina até o Rio das Velhas, dando a seu proprietário o título de Regente do São Francisco.


O CAVALO DE ANDAR MACIO E COM SANGUE HOLANDÊS, DESCEU DA CASA DA TORRE PARA A CASA DA PONTE E DAÍ PARA AS MINAS GERAIS.

A FILHA DE GUEDES DE BRITO NOMEOU COMO SEU REPRESENTANTE MANUEL NUNES VIANA.
ESTE MANUEL NUNES FICOU CONHECIDO PELA SUA PARTICIPAÇÃO NA GUERRA DOS EMBOABAS.
A GRANDE DISPUTA DESTA GUERRA ERA PELO FORNECIMENTO DE ALIMENTOS, GADO, COURO E ANIMAIS DE TRABALHO .
COM A VITÓRIA DOS EMBOABAS O CONTROLE DAS MINAS
PASSOU PARA AS MÃOS DE CARIOCAS E BAIANOS.
FOI UM DERROTAS PARA OS PAULISTAS QUE DOMINARAM A REGIÃO DESDE O SEU DESCOBRIMENTO .
ASSIM O CAVALO BAIANO FOI DESCENDO PARA AS MINAS GERAIS.
Em Minas Gerais Este rebanho foi melhorado pelos mineiros, especialmente pela família Junqueira, criando assim o embrião da futura raça Mangalarga.
Estes primeiros rebanhos receberiam posteriormente a infusão de sangue de reprodutores introduzidos pelo governo no quartel da Cachoeira do Campo futura Coudelaria Real da Cachoeira do Campo.


PROXIMA

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Ventaneiro do Sheik e Escalada NLB





QUANDO A ESPERANÇA VENCE O MEDO DE OUSAR.

O MODERNO SE UNE AO CLÁSSICO, QUE NUNCA DEVIA TER SAIDO DA MODA.
A RAÇA GANHA MAIS FOLEGO E DIVERSIDADE.
PARA CONTINUAR SENDO O NOSSO MANGALARGA ,O CAVALO DO PEÃO E DO PATRÃO.
LUIZ PODE FICAR CERTO QUE O PRODUTO DEVE SER BOM.
NOSSO CAVALO PODE SER ACUSADO DE TUDO MENOS DE NÃO TER SELEÇÃO.
CUIDADO E CARINHO, NOS CRUZAMENTOS E NOS PEDIGREES.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

ESQUEMA DAS ORIGENS DO CAVALO MANGALARGA

ESQUEMA DAS ORIGENS DO CAVALO MANGALARGA
1492-1680
1) CAVALO DA PENÍNSULA IBERICA
+ CAVALO DOS MOUROS E ÁRABES
=CAVALO DO CONQUISTADOR
1500-1680
2) CAVALO DO CONQUISTADOR, VINDO DO NORTE.
CAVALO DO CONQUISTADOR TOMÉ DE SOUZA 1549
+CAVALO HOLANDÊS(1620-1650)
=CAVALO DO SERTÃO DO SÃO FRANCISCO (NORDESTE)
1500-1580
3) CAVALO D CONQUISTADOR, VINDO DO SUL.
CAVALO DE MARTIN AFONSO DE SOUZA (PIRATININGANO)1535
+CAVALO DE ÁLVAR NÚÑES CABEZA DE VACA
+CAVALO DE PEDRO DE MENDOZA
= CAVALO DOS TROPEIROS (CAVALO SULINO)
1690-1809
4)CAVALO DE MINAS GERAIS =
CAVALO DO SERTÃO DO SÃO FRANCISCO (NORDESTE)
+ CAVALO DOS TROPEIROS (CAVALO SULINO)
=CAVALO DE MINAS GERAIS (BASES DO CAVALO DO JUNQUEIRA 1761-1812)
Bem antes do Barão de Alfenas ser deputado e antes da venda para a Fazenda Mangalarga.
Nesta época partiram os primeiros Junqueiras para São Paulo, entre 1812 e 1816. Levados por Francisco Antônio Junqueira os cavalos de Minas começaram a se adaptar ao novo clima e terreno .

1809-1821
5) CAVALO DA CORTE E DA ABERTURA DOS PORTOS
= CAVALO ALTER
+ CAVALO DA CIDADE DO CABO
(CAVALO INGLÊS DE CORRIDAS + CAVALO HOLANDÊS)
1809-1821

1826-Provável data do nascimento de Gregório .
Gregório o primeiro cavalo que pode ter seu pedigree traçado até os dias atuais.



1833-aquisição de Gregório por José Frausino da Fazenda Favacho.

6) CAVALO DO BRASIL NA ÉPOCA DE D. JOÃO VI (RIO DE JANEIRO E MINAS GERAIS)
= CAVALO DE MINAS GERAIS+ CAVALO ALTER+ CAVALO DA CIDADE DO CABO
1819-1831
7) CAVALOS DA COUDELARIA REAL DA CACHOEIRA DO CAMPO:
=REPRODUTORES DE VÁRIAS ORIGENS (PORTUGUÊS, FRANCÊS, ÁRABE, ALEMÃO,O CAVALO DO JUNQUEIRA E O CAVALO DO CABO DA BOA ESPERANÇA)


1831-1875
8) CAVALO MANGALARGA
=
CAVALO DO JUNQUEIRA + CAVALO DO BRASIL NA ÉPOCA DE D. JOÃO VI +
VÁRIOS REPRODUTORES ORIGINÁRIOS DA COUDELARIA REAL DA CACHOEIRA DO CAMPO+1 GARANHÃO ALEMÃO DA CACHOEIRA CHAMADO PELO NOME DE MORTIMER 1858 .

ESSA É A BASE COMUM TANTO DO MANGALARGA QUANTO DO CAVALO MANGALARGA MARCHADOR.
De 1812 até 1934 a troca de reprodutores foi consntante entre São paulo e Minas
Gerais.
São famosas as trocas entre Francisco Antônio e seu irmão José Frausino,e também entre Francisco Marcolino,João Francisco Das Melancias e Francisco De Andrade Junqueira, da fazenda Cafundó, conhecido como Chiquinho do Cafundó, filho do Barão de Alfenas.

1812-1934
9) CAVALO MANGALARGA QUE VEIO PARA SÃO PAULO E INTRODUÇÕES ESTRANGEIRAS FEITAS EM SÃO PAULO.

CAVALO MANGALARGA+ 1 GARANHÃO PSI _ OSMAN 1873 + 1 GARANHÃO PSI _ LANCASTER 1883 + 1 GARANHÃO 1/2 SANGUE ÁRABE _ KALIFA 1900 + 1 GARANHÃO ANGLO ÁRBE _ BEDUINO 1895 + 1 GARANHÃO ALTER _ BARDO 1900 + 1 GARANHÃO AMERICAN SADDLEBRED _ GLENARRA 1925
ESSE É O
CAVALO MANGALARGA DA ÉPOCA DA FUNDAÇÃO DA ABCCRM

TODOS ESSE REPRODUTORES ESTRANGEIROS FORAM POUCO USADOS E SÓ RESTARAM DESCENDENTES EM LINHA FEMININA.
ESTE É O CAVALO MANGALARGA

sábado, 7 de novembro de 2009

CAMPEÃS AMARILHAS

SIBÉRIA PRODUZINDO CAMPEÕES
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FALUA DO PONTAL- LINHA SIBÉRIA
PRODUZIU

Campeã Alazã Amarilha ( CSL ) : GABRIELA MAB ( 183111/D )
NASCIMENTO: 19/08/2001 - 98m 05d
PAI: BRUMADO F.R.L. ( 006572/D ) X MÃE: TAPERA MANGALARGA
( 042684/D )
CRIADOR: MÁRIO ALVES BARBOSA NETO
EXPOSITOR: MÁRIO ALVES BARBOSA NETO

TAPERÁ MANGALARGA
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UCRÂNIA - LINHA SIBÉRIA
PRODUZIU A
Campeã Alazã Amarilha ( CSL ) : MAZURCA MANGALARGA ( 194863/P )
NASCIMENTO: 04/10/2007 - 24m 20d
PAI: OXOSSI DO SUTURNO ( 173989/D ) X MÃE:
ZARZUELA MANGALARGA
( 138336/D )
CRIADOR: GERALDO DINIZ JUNQUEIRA
EXPOSITOR: GERALDO DINIZ JUNQUEIRA



ANIMAIS LINHA SHEIK

<

Grande Campeão Pampa
UM FILHO DE HOLOFOTE DA,
NETO DE QUEBRACHO DO PONTAL.
LINHA ALTA DE: HUMAITÁ MANGALARGA - ALMANAQUE

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UMA FILHA DE ONDINA DA MALAGUETA
LINHA ALTA DE HUMAITÁ MANGALARGA

2 Res. Gde. Campeã ( 2RGCA ) : PALIDA DA MALAGUETA ( 191677/D )
NASCIMENTO: 25/01/2006
PAI: JAMBO DA SABAUNA (T.E.) ( 182892/D ) X MÃE: ONDINA DA MALAGUETA ( 149626/D )
CRIADOR: WLADIMIR ALVARES DE MELLO
EXPOSITOR: CELSO CERÁVOLO PAOLIELLO

LINHA SHEIK E OS CAMPEÕES ramo SIRIEMA


Campeã Pampa de Andamento
UMA FILHA DE RAPA RAPA MANGALARGA
E NETA DE:

BATUIRA MANGALARGA

RAMO DA GRANDE SIRIEMA

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

LINHA SHEIK E OS CAMPEÕES ramo ESTAMPA

ESTAMPA, IRMÃ DE SHEIK

RESSACA,
DUPLA AVÓ DE NAIROBI MANGALARGA,
PAI DE REGALO JO E TOPÁZIO JO



A AVÓ DO CAMPEÃO NACIONAL
LINHA FEMININA QUE PRODUZ CAMPEÕES




domingo, 1 de novembro de 2009

Ventaneiro do Sheik






Ventaneiro do Sheik
*1/11/2003
+30/10/2009

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

MANGALARGA O CAVALO DAS CRIANÇAS

Tamanho ,peso e temperamento apropriados ao uso por crianças.

O nosso Mangalarga Mangalarga,
linhagem Sheik,é o cavalo ideal para crianças.



Caio e Eskibom do Sheik.


Sylvia e húngaro do Sheik.

Bom temperamento e disposição.

VEJA TAMBÉM:

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

TRADIÇÃO E MODISMOS

A criação Aga Khan


NA FOTO: ZARKAVA GANHADORA DO ARCO DO TRIUNFO 2008
LINHA BAIXA DE Petite Etoile
ZARKAVA
PHOTO : DA Galeria de kanzebu CONHEÇA ESTA GALERIA!

A criação Aga Khan e a semana do Arco
Mas a vitória de Sea The Stars não foi a única
coisa boa do domingo, 4 de outubro. Tão espetacular
quanto, foram as 7 vitórias de Grupo alcançadas
pela criação Aga Khan (entre as quais 5 de Grupo I)
entre sábado, 3, e domingo, 4. Ganhou tudo o que
correu, à exceção do Prix de l’Arc. Este não é um
fato que pode ser reputado como comum na história
da criação do puro-sangue inglês em qualquer tempo.
De todos os triunfos, o mais significativo foi ver
uma potranca tordilha de 2 anos, treinada por Alain
de Royer-Dupré, 420 quilos, ainda totalmente
inexperiente, totalmente “bebê”, apresentada apenas
pela segunda vez, largar mal, e, ainda assim,
literalmente brincar com suas adversárias –
reputadas as melhores juvenis da Europa – nos 1.600
metros do Prix Marcel Boussac, Criterium de
Potrancas, disputado na difícil e seletiva “pista média”
de Longchamp. Seu nome? Rosanara. Filha de quem?
De um certo Sinndar (esse mesmo que está aí,
temporariamente entre nós, em São Paulo, para
cobrir na temporada sul-americana).
Embora raríssimo, o feito dos animais Aga Khan
– hoje, sem dúvida, o maior criador do mundo – está
ancorado em realidades concretas. No final da década
de 1970, Son Altesse comprou todos os animais da
criação Dupré e Boussac. Alguns, à época,
pretenderam que ele estava adquirindo o passado e
não o futuro, esquecendo-se de que, nesta
atividade, o presente vive do passado, e está
ancorado nele...


Há 4 anos atrás, com a morte de Jean-Luc
Lagardère, novamente repetiu-se o fenômeno: o
Aga Khan adquiriu todo o estoque genético
judiciosamente construído ao longo de anos pelo
ex-presidente da France Galop.
Os resultados não se fizeram esperar. A partir
do fantástico estoque genético de Marcel Boussac,
foi possível criar obras-primas como Darshaan, um
dos melhores pais (Dalakhani que o diga...) e um dos
maiores avós maternos da história recente do turfe
mundial, mais o próprio Sinndar. Das linhas maternas
Lagardère, descendem Varenar, Syouni, e Rosanara.
Um bom resumo do que é hoje a criação Aga
Khan poderia ser escrito da seguinte forma: ela está
construída, há mais de um século, em cima dos
pressupostos da confiança e da paciência. Nela,
não há nunca espaço para os modismos de ocasião.

Tudo é feito e pensado para privilegiar a durabilidade
e o avanço. É uma espécie de “inércia positiva”, um
trem que avança lentamente, mas sem cessar,
utilizando a melhor e mais confiável mão-de-obra
que o dinheiro pode comprar.
A equipe que decide os cruzamentos, formada
em sua maioria pelos veterinários dos haras, é
excelente; os dois principais treinadores são pessoas
competentes, calmas e confiáveis (vide Alain de
Royer-Dupré, na França, e John Oxx, na Irlanda);
ninguém é dado a ataques de estrelismo; todos
trocam informações permanentemente, e remam
numa só direção; e a postura do conjunto é absoluta
e totalmente profissional. Ganhando ou perdendo,
eles não mudam. E ninguém é cobrado por não
conseguir o impossível.
Junte-se a isso uma tradição de mais de 5
gerações (2 delas ainda na Índia) na criação do
cavalo de corridas, e o resultado não poderia ser
diferente.


TEXO DE : Sergio Barcellos
PARA :
APFT

sábado, 26 de setembro de 2009