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sexta-feira, 2 de abril de 2010

GERALDO D.J. E OS CAVALOS DE CORRIDA

ALGUNS JUÍZES E CRIADORES DE MANGALARGA FORAM CONVIDADOS PARA JULGAR NA EXPOSIÇÃO DE POTROS PSI DO JOCKEY CLUBE DE SÃO PAULO.
ENTRE ELES: EDUARDO BENEDICTO MARCHI ,FAUSTO SIMÕES,JOSÉ OSWALDO JUNQUEIRA E GERALDO DINIZ JUNQUEIRA.
MAS ENTRE TODOS, SÓ GERALDO D. JUNQUEIRA, CONVIDADO EM DUAS OCASIÕES, TIROU ENTRE OS ESCOLHIDOS UM GANHADOR DO GRANDE PRÊMIO BRASIL.

NESTE ANO VÁRIOS ESCOLHIDOS FORAM GANHADORES CLÁSSICOS E ALGUNS CHEGARAM A REPRODUTORAS E REPRODUTORES COMPROVADOS.
COM DESTAQUE PARA: ONLY ONCE e Once More.
NA FOTO: FLÁVIO QUICO E GERALDO .

CLICK NA FOTO E VEJA A REPORTAGEM COMPLETA

SEGUE A LISTA DOS ELEITOS POR GERALDO DINIZ JUNQUEIRA COM AJUDA DE SEUS FILHOS FLÁVIO E QUICO.
Jessenel - clássico
16(2) Apresentações (15 Cidade Jardim, 1 Tarumã)
5 Vitórias (5 Cidade Jardim)
11(2) Colocações (10 Cidade Jardim, 1 Tarumã)

01 PREMIO, Cidade Jardim, 05/04/1981, 1300,
01 PREMIO, Cidade Jardim, 21/09/1981, 1609,
01 PREMIO, Cidade Jardim, 23/07/1983, 1500,
01 PREMIO, Cidade Jardim, 04/08/1983, 1600,
01 PREMIO, Cidade Jardim, 29/09/1983, 2000,
Gourmet -Ganhador do GP Brasil
VEJA O VÍDEO

8(4) Apresentações (2 Gávea, 6 Cidade Jardim)
3(1) Vitórias (1 Gávea, 2 Cidade Jardim)
5(3) Colocações (1 Gávea, 4 Cidade Jardim)

01 GRANDE PREMIO BRASIL, G1, Gávea, 01/08/1982, 2400, GP
02 GRANDE PREMIO JOCKEY CLUB BRASILEIRO, G1, Gávea, 27/06/1982, 3000, GP
02 GRANDE PREMIO MINISTRO DA AGRICULTURA, G2, Cidade Jardim, 10/07/1982, 2400, GL
04 GRANDE PREMIO PRES. RAFAEL A. PAES DE BARROS, G2, Cidade Jardim, 27/03/1983, 2400, GP

hammer - clássico, segundo na taçA de prata
31(5) Apresentações (31 Cidade Jardim)
7(1) Vitórias (7 Cidade Jardim)
19(3) Colocações (19 Cidade Jardim)

01 GRANDE PREMIO GAL. COUTO DE MAGALHÃES (TAÇA DE OURO), G2, Cidade Jardim, 16/06/1985, 3218, GL
02 GRANDE PREMIO J. ADHEMAR DE ALMEIDA PRADO - (TAçA DE PRATA), G1, Cidade Jardim, 09/08/1981, 1609, GL
04 GRANDE PREMIO DERBY PAULISTA, G1, Cidade Jardim, 15/11/1981, 2400, GL
only once - classico, reprodutor comprovado.
12(1) Apresentações (8 Gávea, 4 Cidade Jardim)
6(1) Vitórias (4 Gávea, 2 Cidade Jardim)
6 Colocações (4 Gávea, 2 Cidade Jardim)

01 GRANDE PREMIO DOUTOR FRONTIN, G2, Gávea, 16/10/1983, 2400, GP
01 PREMIO, Cidade Jardim, 08/11/1981, 2000,
01 CLASSICO OUTONO, Gávea, 21/05/1983, 2000, GM
01 PREMIO, Cidade Jardim, 20/09/1981, 1609,
01 PREMIO, Gávea, 17/04/1983, 1400,
01 PREMIO, Gávea, 11/09/1983, 2000,

candelabro -ganhador taça de prata

9(6) Apresentações (1 Gávea, 8 Cidade Jardim)
5(3) Vitórias (1 Gávea, 4 Cidade Jardim)
4(3) Colocações (4 Cidade Jardim)

01 GRANDE PREMIO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, G1, Gávea, 04/04/1982, 1600, GP
01 GRANDE PREMIO J. ADHEMAR DE ALMEIDA PRADO - (TAçA DE PRATA), G1, Cidade Jardim, 09/08/1981, 1609, GL
01 GRANDE PREMIO GOVERNADOR DO ESTADO, G3, Cidade Jardim, 28/11/1982, 1600, GP
01 PREMIO, Cidade Jardim, 20/06/1981, 1100,
01 PREMIO, Cidade Jardim, 25/07/1981, 1609,
02 CLASSICO PRES. ANTONIO CORRÊA BARBOSA, G2, Cidade Jardim, 25/10/1981, 2200, AL
02 GRANDE PREMIO GOVERNADOR DO ESTADO, G3, Cidade Jardim, 27/11/1983, 1600, GL
02 GRANDE PREMIO PREFEITO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, G3, Cidade Jardim, 05/09/1982, 1600, GL

once more -
1 Apresenção (1 Cidade Jardim)
1 Vitória (1 Cidade Jardim)

01 PREMIO, Cidade Jardim, 22/02/1981, 1100,
VÁRIOS PRODUTOS VENCEDORESo! Que boa - classica
Winnings: 11 Starts: 5 - 1 - 5

1º- CLASSICO PRES. ANTONIO T.DE ASSUMPÇÃO NETTO, G2, Cidade Jardim, 11/10/1981, 1800, GP/ GRANDE PREMIO EDMUNDO PIRES DE OLIVEIRA DIAS, Cidade Jardim, 15/08/1982, 1400, GL/ CLASSICO IMPRENSA, Cidade Jardim, 12/09/1982, 2000, GL 2º- GRANDE PREMIO JOSÉ GUATHEMOZIN NOGUEIRA, G1, Cidade Jardim, 13/12/1981, 2400m 3°- GRANDE PREMIO BARÃO DE PIRACICABA, G1, Cidade Jardim, 23/08/1981, 1609, GL / GRANDE PREMIO DIANA, G1, Cidade Jardim, 25/10/1981, 2000, GL / CLASSICO PRES. GUILHERME ELLIS, G3, Cidade Jardim, 09/05/1981, 1400, GL / GRANDE PREMIO LUIZ FERNANDO CIRNE LIMA, G3, Cidade Jardim, 18/07/1982, 1800, GL

quinta-feira, 18 de março de 2010

O GRANDE ARGENTINO MANGALARGA

QUEM NÃO É O MAIOR TEM QUE SER O MELHOR.

ALTURA:1,56m, SALTANDO 1,30m.
O GRANDE ARGENTINO MANGALARGA PROVA QUE TAMANHO NÃO É DOCUMENTO.
COM A ALTURA E PESO ADEQUADOS AO PADRÃO DO CAVALO DE SELA POLI-VALENTE QUE O MANGALARGA SEMPRE FOI.
ESTAS CARACTERÍSTICAS É QUE FIZERAM DO MANGALARGA O CAVALO DE SELA BRASILEIRO ,O CAVALO DO PEÃO E DO PATRÃO, E NAS PALAVRAS DE FAUSTO SIMÕES:" O NOSSO HUNTER CAIPIRA".
NO SALTO

NO ANDAMENTO A NOSSA MARCHA TROTADA
CONFORMAÇÃO DE UM ANIMAL MULTI FUNCIONAL
NO GALOPE

NO ANDAMENTO
É ISSO aí...
Gelato da Estiva, Fado Mangalarga, Uira Porã Mangalarga não são exceção por saltarem e trabalharem bem ,são a regra aqui na fazenda Boa Esperança.
Greetings to the visitors of Germany,England and United States.
Saudações aos visitantes de Portugal, Espanha, e da America Latina.
Salutations aux visiteurs de la France.
Salutations aux visiteurs de la Suisse.
.

domingo, 14 de março de 2010

SURPRESA - SUZANA DAVIS



Fique muito surpresa em saber que tenho meu nome em cavalos quarto de milha.
Quando entrei na pagina de vocês vi meu nome relacionado com cavalos da raça manga- larga e outros cavalos manga-larga, também com nomes de ex colegas meus de trabalho.
Quem lhes escreve é a própria SUZANA DAVIS.
Posso dizer que me alegrou pois adoro cavalos, só gostaria ter sabido antes.
Um abraço, adoro cavalos e cavalgadas, sigo no jockey club de porto alegre. ficaria feliz de saber algo a respeito de vocês.
Até.
Que felicidade em conhecer uma pessoa tão simpática e gentil, ainda mais sendo a nossa heroína do turfe brasileiro a pioneira Suzana Davis.
Prezados amigos, creio que assim posso dizer , mais uma vez fiquei surpresa por haver recebido resposta, pela qual tinha duvidas de que assim seria. foi tudo muito lindo o que me mandaram.
Quero que saibam que Marina Lescano foi minha amiga, montamos juntas varias vezes. Ela veio depois de mim, pois quando fui para a Argentina as portas para a mulher no turf ainda estavam fechadas .
Após minha estreia na Argentina, as escolinhas de jockeys aceitaram meninas, sendo uma delas a Marina que se destacou . Nos encontramos algumas vezes para correr na Argentina e venezuela. Agora faz muitos anos que não temos contato.
Depois que parei de correr peguei a escolinha de jockey aqui em Porto Alegre. Também sou starter como ja sabes, desde 84 e trabalho com os cavalos no partidor pela manhã , para ensinar, amansar, e tirar baldas.Estou me sentindo muito bem. Fazia cavalgadas até pouco tempo ,vestida de gaucho com com muitos outros participantes e muitas vezes sozinha.

Um abraço a toda a familia e parabéns pelos belos animais.......Maravilhosos, principalmente os reprodutores....da amiga Suzana Davis.
PS. Luiz Rigoni também era meu amigo.
Estou mandando algumas fotos de mim e meu ex cavalo ventania.
ABRAÇOS .



Suzana e Ventania.



HOJE SUZANA ESTÁ COM UM NOVO CAVALO BAIO GATEADO DE NOME VALENTE.

PRONTA PARA SAIR PELOS PAMPAS.

E A NOSSA AMIZADE JÁ TEM UM ANO.

Uma homenagem do Blog Mangalarga Mangalarga ao dia internacional da mulher.

NOVA ENTREVISTA DE SUZANA DAVIS AO SITE RAIA LEVE







veja também
SIRIEMA E OS JOCKEYS

UMA DAS PÁGINAS MAIS VISTAS DO BLOG

UMA DAS PÁGINAS MAIS QUERIDAS DO NOSSO BLOG.
O NOSSO MANGALARGA É ASSIM
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sábado, 13 de março de 2010

O PRAZER DO CRIADOR

MUITO MAIS QUE UM RESULTADO DE EXPOSIÇÃO, O VERDADEIRO PRAZER DO CRIADOR É SABER QUE SEUS ANIMAIS SÃO QUERIDOS E APRECIADOS.
GOSTO DE SABER DA ALEGRIA DO USUÁRIO FINAL COM MEU PRODUTO.
GOSTO DE VER O FRUTO DE UM TRABALHO DE ANOS RESULTAR EM UM PRODUTO QUE DÁ PRAZER E QUE FAZ O LAZER DE UMA FAMILIA ,ADULTOS E CRIANÇAS.
ISTO NÃO TEM DINHEIRO QUE PAGUE.


"A Raspadinha está bem, segue em anexo foto da mesma, essa égua é de uma disposição, franqueza e cômodo formidável, hoje ela está com 11 anos e já estou preocupado quando for procurar uma substituta para ela, parabéns pela criação e que continue produzindo animais desse porte que com certeza você vai estar fazendo muita gente feliz."
André Penteado Bueno
VIU SÓ SIRIEMA ,TODOS GOSTAM DE SEUS DESCENDENTES DA SUA NETA RASPADINHA


"Quero é comprar um potro seu pra substitui-lo futuramente, afinal de contas o Maníaco já está indo pra 16 anos, se tiver algum me avise um abraço.......
ele está muito bem, forte demais, da show nas cavalgadas, vou providenciar uma foto melhor........"
Rodrigo Vilela
VIU SÓ ESTAMPA QUE NETOS QUERIDOS OS SEUS.
O QUE É BOM NÃO DEGENERA!!!
UM GRANDE ABRAÇO A TODOS,
GILBERTO.

sábado, 6 de março de 2010

LIVROS



Primeiro de novembro de 1755 era Dia de Todos os Santos, uma das datas mais importantes do calendário religioso. Em Lisboa, quarta maior cidade da Europa e opulenta metrópole do grande império português, o dia havia amanhecido quente e claro. Poucos minutos depois de nove e meia, um barulho terrível anunciou uma das mais devastadoras catástrofes que já; atingiram uma grande cidade do Ocidente.
A duração de dez minutos do Grande Terremoto de Lisboa poucas vezes foi equiparada. O maior de seus três temores media entre 8,75 e 9 graus na escala Richter. Dois gigantescos tremores secundários se seguiram, assim como um imenso maremoto. A destruição se completou com um incêndio que ardeu durante uma semana, consumindo uma área maior do que o Grande Incêndio de Londres. A maior parte das vastas riquezas guardadas nos palá;cios, igrejas e armazéns de Lisboa se perdeu.
Entre 30 mil e 40 mil pessoas morreram em Lisboa, e mais 10 mil em outros lugares. Quando o maremoto invadiu Cádiz, o principal porto espanhol, demoliu a barreira de muros de 1,8 metro de altura que protegia a cidade e arremessou rochas de 10 toneladas a uma distância de 15 metros. No mesmo dia, chegou ao Caribe.
O impacto do terremoto no pensamento e na religião ocidentais foi imediato e imenso. Por toda a Europa, teólogos e filósofos lutaram para conciliar a imposição de tanto sofrimento e destruição a Lisboa com sua crença na existência de uma divindade benévola. Logo depois, Voltaire usou o desastre como fundamento de seu famoso ataque à filosofia hegemônica do “otimismo”. Tendo ocorrido às vésperas da Guerra dos Sete Anos, o primeiro conflito bélico global, o terremoto marcou o início de uma “era moderna” de modo aterrorizante e espetacular.
Valendo-se de fontes primárias, muitas das quais nunca haviam sido utilizadas antes, Edward Paice pinta um quadro vívido de uma cidade e de uma sociedade alteradas para sempre em poucos minutos. A ira de Deus é um relato emocionante de um escritor magistral sobre um desastre natural lembrado um século depois como “a mais temível catástrofe registrada pela história”.

HISTÓRIA DE MINAS GERAIS
AS MINAS SETECENTISTAS VOL 1


HISTORIA DO BRASIL
A obra aborda, entre outros temas, a política, a administração, a religiosidade, a economia, a escravidão, as artes, as ciências, as técnicas, a educação e a literatura do século XVIII. Como não poderia deixar de ser, a Inconfidência Mineira e outras importantes manifestações de contestação política são contempladas. Trata-se, ainda, de uma análise da história de Minas inserida no contexto do Brasil Colônia e examinada em suas relações com Portugal e seu ultramar, ilustrada com dezenas de imagens e referenciada por uma extensa bibliografia sobre cada um dos campos de pesquisa.
MAIS UM TRABALHO NOVO SOBRE A HISTÓRIA DO BRASIL, LIVRE DAS AMARRAS E TEORIAS DE CAIO PRADO JUNIOR E CELSO FURTADO.
ELABORADO COM DADOS NOVOS E DESCOBERTAS RECENTES E REVISÕES DE TEXTOS ANTIGOS. ORGANIZADO POR:
MARIA EFIGÊNIA LAGE DE RESENDE E LUIZ CARLOS VILLATA.
Editora: AUTENTICA

História do Brasil com empreendedores



IMPERDÍVEL
O novo livro de Jorge Caldeira traz um foco inovador para a história do Brasil colonial: a figura do empreendedor. A partir dessa figura, busca explicar dados econômicos que vêm sendo levantados em pesquisas recentes, e que não se casam com as grandes explicações vigentes.
Que dados são esses? Indicadores segundo os quais a economia do Brasil colonial tinha uma dinâmica muito maior que a prevista pelos grandes modelos. Crescia a taxas superiores que a da economia metropolitana. Como resultado, em 1800 a economia brasileira era muito maior que a de Portugal.
O livro trata esse cenário de dois modos.
Em primeiro lugar, lida com a grande dominância do modelo do latifúndio agrário-exportador. Por esse modelo, a economia colonial brasileira teria sido organizada em grandes latifúndios, de modo a exportar matérias-primas a baixo preço e transferir riqueza para a Metrópole. Como resultado, o mercado interno seria mínimo e a sociedade, escravista.
Como a aceitação do modelo torna pouco crível o cenário de desenvolvimento, é feita uma análise em profundidade de seu núcleo central, a categoria latifúndio, para entender como ela gerou explicações nas quais o mercado interno era tão subavaliado.
Essa imersão traz resultados surpreendentes.
Existe uma imensa proximidade – que o texto mostra em detalhes – entre as versões do marxista Caio Prado Júnior e do conservador Oliveira Vianna para a ideia do latifúndio. Ambas influenciadas pela filosofia política do Antigo Regime, e ambas sem instrumentos para analisar trocas contratuais, as trocas entre pessoas livres que constituem o mercado.
A segunda parte do livro faz uma análise da formação do mercado interno, tendo como norte o estudo das trocas contratuais. E nela se revela que o mercado interno do Brasil colonial atingia todas as camadas sociais e etnias, desde os índios na floresta até os grandes comerciantes do litoral.
Mesmo em um cenário de falta aguda de capital, desde o século XVI foi possível montar uma rede de troca de mercadorias sofisticada para o tempo, graças ao envolvimento ativo dos tupis nessa rede.
A mistura de relações pessoais com trocas de mercadorias tornou essencial no Brasil a figura que queria enriquecer, não tinha dinheiro, mas tinha capacidade de organizar a produção e expandir o mercado: o empreendedor.
Figura central numa sociedade em que poucos homens livres tinham escravos (apenas 9% deles eram proprietários, no início do século XIX), e na qual formavam a maioria da população (62% do total, no mesmo momento), o empreendedor organizava trabalho e buscava enriquecer. Migrantes portugueses, índios livres, escravos libertos e filhos miscigenados compunham o grupo que, em todos os setores da economia, corria riscos, ganhava na forma de lucros. Crescia por si mesmo, porque o mercado crescia, e também porque não paravam de chegar novos empreendedores, que se fixavam na sociedade colonial por casamento.
Tendo esse grupo como base, é possível entender a montagem de uma economia dinâmica, mesmo numa realidade na qual o governo agia contra o desenvolvimento e a escravidão estava por todo lado. O empreendedor revela claramente o cenário de desenvolvimento que o modelo vigente é incapaz de descrever.
A partir daí, entende-se também o processo de acumulação de capital, o topo da sociedade formado pelos grandes traficantes de escravos brasileiros. Donos de fortunas gigantescas, capazes de controlar frotas navais significativas e toda a economia de boa parte da África. Ligados a uma rede interna de comerciantes que financiava o crescimento da economia colonial brasileira num ritmo próprio, cada vez mais intenso, superior ao metropolitano.
Todo esse conjunto é apresentado em linguagem clara, que torna a leitura imperdível.

Veja um /podcast sobre este Livro
Sobre o autor
Jorge Caldeira nasceu em São Paulo, em 1955. Jornalista, é doutor em ciência política e mestre em sociologia. Trabalhou como editor das revistas Exame e IstoÉ e do jornal Folha de S. Paulo. É autor de diversos livros relacionas à história do Brasil como Mauá, Empresário do Império (Companhia das Letras, 1995), A Nação Mercantilista (Editora 34, 1999) e O Banqueiro do Sertão (Mameluco, 2006).
ESTE LIVRO EXPLICA MUITO DA POVOAÇÃO DO INTERIOR DO BRASIL E POR CONSEGUINTE A ENTRADA DOS JUNQUEIRAS NO SERTÃO DO RIO PARDO.

Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil


IMPAGÁVEL

Existe Um Esquema tão repetido para contar a história do Brasil, que basta misturar chavões, mudar datas ou nomes, e pronto. Você já pode passar em qualquer prova de história na escola. Nesse livro, o jornalista Leandro Narloch prefere adotar uma postura diferente - que vai além dos mocinhos e bandidos tão conhecidos. Ele mesmo, logo no prefácio, avisa ao leitor: "Este livro não quer ser um falso estudo acadêmico, como o daqueles estudiosos, e sim uma provocação. Uma pequena coletânea de pesquisas históricas sérias, irritantes e desagradáveis, escolhidas com o objetivo de enfurecer um bom número de cidadãos." É verdade: esse guia enfurecerá muitas pessoas. Porém, é também verdade que a história, assim, fica muito mais interessante e saborosa para quem a lê.


SALVE-SE QUEM PUDER: UMA HISTÓRIA DA ESPECULAÇÃO FINANCEIRA

de: EDWARD CHANCELLOR
Veja a especulação com as tulipas na Holanda (A AMANIA DAS TULIPAS), algo muito semelhante a euforia com a criação de Mangalarga e outras raças na década de 80.
Ao narrar a história da especulação financeira desde o século XVII até o presente, Edward Chancellor constata que os impulsos que caracterizam o comportamento dos especuladores são os mesmos em qualquer época. Os resultados também se repetem: o mercado financeiro é impelido por caminhos perigosos - levando todo o resto da economia a reboque. O autor descreve episódios que soam inacreditáveis. Por exemplo, a mania das tulipas que contagiou a Holanda em 1636: os bulbos dessas flores trocavam de dono alucinadamente e podiam valer mais do que dez casas na cidade. Salve-se quem puder começou a ser escrito como uma análise do mercado financeiro na década de 1980, tarefa de Chancellor quando estrategista do banco de investimentos Lazard Brothers, um dos gigantes da área. O autor, entretanto, foi muito além desse objetivo inicial. Historiador formado em Cambridge e Oxford e colaborador de publicações de prestígio como The Economist e Financial Times, realizou uma investigação que cobre os últimos quatrocentos anos de história dos principais centros econômicos do mundo. Empreendeu "uma pesquisa admirável", nas palavras do "papa" John Kenneth Galbraith.
BOA VENTURA

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

O CAVALO HOLANDES E O PAMPA TOBIANO



O Pampa
.
Atualmente muito valorizado como raça e também como uma pelagem histórica e importante do Mangalarga.
No mangalarga aparece o Pampa Riograndense que está presente no pedigree da égua lontra e também da égua linguiça I .
Essas éguas são posteriores a época da fuga de Tobias Aguiar para o Rio Grande do Sul.

A origem da cor pode ser atribuída as invasões holandesas.
O cavalo Pampa e o Preto Azeviche tem sua orígem nos animais aqui trazidos pelos holandeses quando de suas conquistas no nordeste brasileiro.

Vejamos o que nos ensina EMILIO SOLANET

TOBIANO POR EMILIO SOLANET
"Repetimos l0 que hemos dicho para los demás overos: aI tobiano y a todos
los retaceados los abarca el término espanol pío; francés: pie; inglés: piebald; alemán:
Schceke.
San Pablo y Río Grande: tubiano, tobiano.
El cowboy americano le dice: pinto.
Paulismo de los indios pampas: tuviyanu.
Tobiano colorado, en inglés: skewbald, y tobiano negro: piebald.
DEFINICIÓN. - Se dice así aI overo formado por grandes manchas blancas
bien marcadas que ocupan de preferencia Ia parte superior del cuerpo.
En los demás overos, el blanco predomina en ventral, y abundan Ias manchas
chicas, irregulares y con bordes mal delimitados.
Los retazos blancos deI tobiano tienen bordes más regulares y más nítidos.
Hay tobianos de todos los colores: tobiano negro, tobiano colorado, tobiano zaino,
tobiano bayo, tobiano gateado, etc., y hasta tordillos y rosillos tobianos. Pero los
tobianos más vistosos se hallan entre los negros y los coloradosi:
ORIGEN DEL VOCABLO. - No 10 encuentro en "Pintura de un potro" (Espana,
1655), ni tampoco en el primer Diccionario espanol (1726-39). En los archivos
de los Tribunales de Córdoba, estudiados con el padre Grenón, no figura el
término tobiano, ni el tubiano.
W. Joest, investigador alemán que recorrió Ias pampas argentinas y Méjico
hacia 1870, no 10 cita entre los nombres aplicados aIos pelajes hípicos, a pesar
de estudiarlos en número de cuarenta y seis en su comunicación, publicada en
Berlín el ano 1877.
M. V. Pereyra, en su trabajo "El pelaje deI caballo" (Anales de Ia Sociedad
Rural Argentina,1877), describe extensamente más. de cincuenta colores de
yeguarizos bonaerenses, y entre ellos no figura el tobiano; si el overo.
En Martín Dobritzhoffer (1783), Paolo Mantegazza '18""'0 , así como en
los demás autores de Ia numerosa bibliografía gana dera y gauchesca anteriores
aI 1870, tampoco se encuentra el término tobiano, rii tubiano; sólo tienen el
overo y el overo galán, el manchado, el overo rosado, el azuIeio overo y otros
overos, 10 que refuerza Ia opinión, generalizada en Ia Argentina, de que es en
una época relativamente reciente, más o menos hada el 18""0, que ei tobiano se
conodó en Ias provindas deI Río de Ia Plata.
Este criterio concuerda por otra parte con el que traen Romaguera Corre a y
Daniel Granada sobre Ia misma palabra. El primero, en su "Yocabulario sulriograndense"
(1898), trae así la etimología de ese término: "Deriva de Tobías
(brigadeiro Raphael Tobías) que foi quem introduziu em S. Paulo,
d'onde também trouxe para aquí, alguns exemplares, que se reproduziram fácilmente,
ha mais de quaranta anos a esta data, por occasião da derrota e fuga para
o Rio Grande d'aquelle brigadeiro, então revolucionario",
Granada, en su Diccionario rioplatense, dice así: "De un jefe revolucionario
(cuentan) de Ia provincia de São Paulo en el Brasil, conocido vulgarmente
por Tubias, quien, derrotado en 1842, pasó a incorporarse a los farrapos riograndenses,
montados él Y'los pocos soldados que le acompanaban en caballos
de Ia casta y pelo indicados; aIos cuales caballos por esta circunstancia, llamaron
tubianos, denominación que se generalizó después en el Río de Ia Plata".
El coronel Luis Carlos de Moraes, en su "Vocabulario riograndense", y don
Alfonso A. de Freire, en el "Vocabulario Nheengatú", se expresan de acuerdo
con Granada sobre el origen deI vocablo tobiano. Asimismo es consenso entre
los viejos hacendados de Rio Grande do Sul 62, los que afirman que tal pelo no
existió allí hasta Ia citada introducción desde el norte por el brigadier Tubias.
La palabra tubiano debemos entonces considerarla como propia deI idioma
brasileno y de uso corriente en São Paulo y Rio Grande do Sul. En Ias Repúblicas
platinas se le dijo tobiano.
Según todas Ias referencias de antiguos estancieros de Buenos Aires que he
podido consultar (nacidos de 1850 a 1860), los tobianos habrían venido a este
lado deI Plata, desde Rio Grande do Sul, a través del Uruguay y de Entre Ríos.
En Buenos Aires eran hasta entonces desconocidos y recién empiezan a verse
hacia el 1870. De los primeros ejemplares tobianos que habrían pisado tierra
argentina serían varias yeguas que tuvo el general Justo Jósé de Urquiza en 1850,
en su estancia "San José", en Entre Ríos, quien Ias había recibido en obsequio
deI Brasil.
AI tobianoJ Ia mayoría no 10 considera pelo de criollos. Según Ia mayoría de los
autores y ganaderos argentinos ese pelo no existió en nuestro país antes de
1850, o sea en Ia época en que todo el yeguarizo era de raza criolla pura y sin
mezcla. En cambio, es creencia general que fue importado del Brasil en 1850 a
Entre Ríos y después de 1870 a Ia Provincia de Buenos Aires, o sea cuando Iamestización cundía en ellitoral rioplatense, resultando así que se mezcló mucho
con los caballos de razas europeas, y como es un pelo estampador, se difundió
entre sus descendientes mestizos.
Por tales razones, Ias criadores deI criollo puro en Ia Argentina miran con
desconfianza aI tobiano, aun cuando el resto de su conformación renga los caracteres
de Ia raza deI país.
Por otra parte, no existe en Chile, donde se conserva Ia estirpe con gran
pureza, y no es aceptado tampoco como criollo puro por muchos de :os criadores
riograndenses en el Brasil, ni por Ias uruguayos.
Su VALORFUNCIONAL. - Es conocido el refrán bonaerense 1890-1940): "El
to biano, para nada", que le niega cualidades para desempenarse en :os rigurosos
trabajos c~peros; en contra de este concepto despectivo, existe :a referencia de
muchas personas que 10 recuerdan sobre ejemplares sobresalientes para galopar
largas distancias.
Es uno de los pelos preferidos para Ia yegua madrina en Ias tropillas.

Entre Ias causas de Ia frecuencia de pelos overos y tobianos en los yeguarizos
deI Brasil, pueden senalarse: a) Ia mutación, que dio una capa preferida por sus
habitantes; b) Ia herencia deI frisio venido con los holandeses durante Ia invasión
de algunos territorios deI Brasil por São Salvador (Bahia) y por Olinda a
Pernambuco, en 1624 y 1630, Y que se extendió veinticuatro anos después; el
tobiano se da como abundante en el pasado, en Ias estirpes caballares de Frisia y
de los Estados germarios del Oeste, próximos aI Mar deI Norte."

capitel

Existem várias citações aos cavalos holandeses, temos uma feita pelo próprio Maurício de Nassau que conta ter desembarcado com oitenta cavalos para puxar quatro canhões.
Temos também as citações onde fica evidente o gosto por cavalos deste conquistador,
com várias festas onde o cavalo se fazia presente no nordeste e até uma competição de hipismo que teve lugar em Pernambuco em 1641.
Quando de sua partida este conquistador não deixou de levar também para a Holanda 30 cavalos de Pernambuco, os quais ele reputava como muito bons.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

OS CAVALOS DA BAHIA

NO FIM DO SÉCULO XVIII E INÍCIO DO SÉCULO XIX JÁ ERAM FAMOSOS OS CAVALOS DA BAHIA.
JUSTAMENTE EM ÁREAS ANTERIORMENTE PERTENCENTES A
CASA DA PONTE.
DO MORRO DO CHAPÉU ATÉ O RIO DAS VELHAS.
ENCONTRAMOS NO LIVRO UMA COMUNIDADE RURAL DO BRASIL ANTIGO- A VIDA RURAL(LICURGO DOS SANTOS), VÁRIAS SITUAÇÕES ONDE SE QUALIFICAM OS CAVALOS DA REGIÃO.
É O QUE NOS MOSTRA LICURGO DOS SANTOS EM SEUS ACHADOS PELO NORDESTE NAS COMUNIDADES DE: CAITITÉS ,BREJO SECO , BRUMADO,MUCUGÊ ETC.


caitité brejo seco


O CAVALO BOM DE ANDAR VEIO DO NORTE.
do favacho até a casa da torre

PRIMEIRA CITAÇÃO DE UM CAVALO FOVEIRO


FOVEIRO - Desbotado, esmaecida


Foveiro, fouveiro: Desbotado, quase sem cor.

Descamação da pele,dando a ela uma aparencia esbraquicenta.
Os Cavalos Da BAHIA licurgo santos citação do cavalo foveiro

jequié  Mangalarga GJ


AS QUALIDADES DE UM BOM CAVALOOs Cavalos Da BAHIA licurgo santos citação do cavalo foveiro
 Estes fatos  indicam que antes mesmo de 1787, ou antes da chegada da Família Real, os cavalos do nordeste já eram famosos por seu andar macio.
A carta é  de 1808, e ele não via o amigo desde 1787.


REGISTROS DE UMA CRIAÇÃO DE CAVALOS
NO SOBRADO DO BREJO -BRUMADO-BA
Imposto sobre o nascimento de potros parte 1
Imposto sobre o nascimento de potros parte 2
Imposto sobre nascimento de potros pago por miguel lourenço de Almeida em 1756
Dos Registros mais antigos encontrado por nós.


Sobrado do BrejoBrumado BA 
quadro  de
  Enilson Meira
  enilsonmeira@hotmail.com     

Sobrado do Brejo. construído em 1.808 a 1.812 por Antônio Pinheiro Pinto e herdado por um de seus filhos  Exupério Pinheiro Canguçu




Um pouco   mais da História de Brumado


A “Casa da Ponte”, pertencente a Francisco Guedes de Brito, a quem a Coroa atribuiu a incumbência de fiscalizar o norte de Minas Gerais, desde o morro do Chapéu na Chapada Diamantina até o Rio das Velhas, dando a seu proprietário o título de Regente do São Francisco.


O CAVALO DE ANDAR MACIO E COM SANGUE HOLANDÊS, DESCEU DA CASA DA TORRE PARA A CASA DA PONTE E DAÍ PARA AS MINAS GERAIS.

A FILHA DE GUEDES DE BRITO NOMEOU COMO SEU REPRESENTANTE MANUEL NUNES VIANA.
ESTE MANUEL NUNES FICOU CONHECIDO PELA SUA PARTICIPAÇÃO NA GUERRA DOS EMBOABAS.
A GRANDE DISPUTA DESTA GUERRA ERA PELO FORNECIMENTO DE ALIMENTOS, GADO, COURO E ANIMAIS DE TRABALHO .
COM A VITÓRIA DOS EMBOABAS O CONTROLE DAS MINAS
PASSOU PARA AS MÃOS DE CARIOCAS E BAIANOS.
FOI UM DERROTAS PARA OS PAULISTAS QUE DOMINARAM A REGIÃO DESDE O SEU DESCOBRIMENTO .
ASSIM O CAVALO BAIANO FOI DESCENDO PARA AS MINAS GERAIS.
Em Minas Gerais Este rebanho foi melhorado pelos mineiros, especialmente pela família Junqueira, criando assim o embrião da futura raça Mangalarga.
Estes primeiros rebanhos receberiam posteriormente a infusão de sangue de reprodutores introduzidos pelo governo no quartel da Cachoeira do Campo futura Coudelaria Real da Cachoeira do Campo.


PROXIMA

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Ventaneiro do Sheik e Escalada NLB





QUANDO A ESPERANÇA VENCE O MEDO DE OUSAR.

O MODERNO SE UNE AO CLÁSSICO, QUE NUNCA DEVIA TER SAIDO DA MODA.
A RAÇA GANHA MAIS FOLEGO E DIVERSIDADE.
PARA CONTINUAR SENDO O NOSSO MANGALARGA ,O CAVALO DO PEÃO E DO PATRÃO.
LUIZ PODE FICAR CERTO QUE O PRODUTO DEVE SER BOM.
NOSSO CAVALO PODE SER ACUSADO DE TUDO MENOS DE NÃO TER SELEÇÃO.
CUIDADO E CARINHO, NOS CRUZAMENTOS E NOS PEDIGREES.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

ESQUEMA DAS ORIGENS DO CAVALO MANGALARGA

ESQUEMA DAS ORIGENS DO CAVALO MANGALARGA
1492-1680
1) CAVALO DA PENÍNSULA IBERICA
+ CAVALO DOS MOUROS E ÁRABES
=CAVALO DO CONQUISTADOR
1500-1680
2) CAVALO DO CONQUISTADOR, VINDO DO NORTE.
CAVALO DO CONQUISTADOR TOMÉ DE SOUZA 1549
+CAVALO HOLANDÊS(1620-1650)
=CAVALO DO SERTÃO DO SÃO FRANCISCO (NORDESTE)
1500-1580
3) CAVALO D CONQUISTADOR, VINDO DO SUL.
CAVALO DE MARTIN AFONSO DE SOUZA (PIRATININGANO)1535
+CAVALO DE ÁLVAR NÚÑES CABEZA DE VACA
+CAVALO DE PEDRO DE MENDOZA
= CAVALO DOS TROPEIROS (CAVALO SULINO)
1690-1809
4)CAVALO DE MINAS GERAIS =
CAVALO DO SERTÃO DO SÃO FRANCISCO (NORDESTE)
+ CAVALO DOS TROPEIROS (CAVALO SULINO)
=CAVALO DE MINAS GERAIS (BASES DO CAVALO DO JUNQUEIRA 1761-1812)
Bem antes do Barão de Alfenas ser deputado e antes da venda para a Fazenda Mangalarga.
Nesta época partiram os primeiros Junqueiras para São Paulo, entre 1812 e 1816. Levados por Francisco Antônio Junqueira os cavalos de Minas começaram a se adaptar ao novo clima e terreno .

1809-1821
5) CAVALO DA CORTE E DA ABERTURA DOS PORTOS
= CAVALO ALTER
+ CAVALO DA CIDADE DO CABO
(CAVALO INGLÊS DE CORRIDAS + CAVALO HOLANDÊS)
1809-1821

1826-Provável data do nascimento de Gregório .
Gregório o primeiro cavalo que pode ter seu pedigree traçado até os dias atuais.



1833-aquisição de Gregório por José Frausino da Fazenda Favacho.

6) CAVALO DO BRASIL NA ÉPOCA DE D. JOÃO VI (RIO DE JANEIRO E MINAS GERAIS)
= CAVALO DE MINAS GERAIS+ CAVALO ALTER+ CAVALO DA CIDADE DO CABO
1819-1831
7) CAVALOS DA COUDELARIA REAL DA CACHOEIRA DO CAMPO:
=REPRODUTORES DE VÁRIAS ORIGENS (PORTUGUÊS, FRANCÊS, ÁRABE, ALEMÃO,O CAVALO DO JUNQUEIRA E O CAVALO DO CABO DA BOA ESPERANÇA)


1831-1875
8) CAVALO MANGALARGA
=
CAVALO DO JUNQUEIRA + CAVALO DO BRASIL NA ÉPOCA DE D. JOÃO VI +
VÁRIOS REPRODUTORES ORIGINÁRIOS DA COUDELARIA REAL DA CACHOEIRA DO CAMPO+1 GARANHÃO ALEMÃO DA CACHOEIRA CHAMADO PELO NOME DE MORTIMER 1858 .

ESSA É A BASE COMUM TANTO DO MANGALARGA QUANTO DO CAVALO MANGALARGA MARCHADOR.
De 1812 até 1934 a troca de reprodutores foi consntante entre São paulo e Minas
Gerais.
São famosas as trocas entre Francisco Antônio e seu irmão José Frausino,e também entre Francisco Marcolino,João Francisco Das Melancias e Francisco De Andrade Junqueira, da fazenda Cafundó, conhecido como Chiquinho do Cafundó, filho do Barão de Alfenas.

1812-1934
9) CAVALO MANGALARGA QUE VEIO PARA SÃO PAULO E INTRODUÇÕES ESTRANGEIRAS FEITAS EM SÃO PAULO.

CAVALO MANGALARGA+ 1 GARANHÃO PSI _ OSMAN 1873 + 1 GARANHÃO PSI _ LANCASTER 1883 + 1 GARANHÃO 1/2 SANGUE ÁRABE _ KALIFA 1900 + 1 GARANHÃO ANGLO ÁRBE _ BEDUINO 1895 + 1 GARANHÃO ALTER _ BARDO 1900 + 1 GARANHÃO AMERICAN SADDLEBRED _ GLENARRA 1925
ESSE É O
CAVALO MANGALARGA DA ÉPOCA DA FUNDAÇÃO DA ABCCRM

TODOS ESSE REPRODUTORES ESTRANGEIROS FORAM POUCO USADOS E SÓ RESTARAM DESCENDENTES EM LINHA FEMININA.
ESTE É O CAVALO MANGALARGA